Espero. É só uma vã esperança, tola, como todas. Desespero. Quem não quer reexperimentar a emoção primeira, o suor nas mãos, arrepio, a luz do desejo de ter o que tanto se idealiza? Minto. Não é verdade, está mais em mim do que em qualquer outro lugar. Desfaço. Cartas, textos, palavras e promessas, como se nunca tivessem existido. Retomo. O dia-a-dia, a conversa formal, o papel na trama do normal. Disfarço. A ilusão que ainda mora em algum canto obscuro da minha mente. Vivo. Pra quê, pra quem? Pra nada. E é o que me move, apesar de tudo, até o dia do último amanhecer.
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Senti falta de toda sua sabedoria por estes cantos virtuais.
ResponderExcluirVerbo, pra quê!? É a grande questão.
Beijo querida.